Nessa quinta-feira (31) , a governadora em exercício Celina Leão, empossou48 novas representantes do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM/DF) para o mandato de 2023/2025.
O colegiado foi criado em 1988 com o objetivo de promover um ambiente coletivo de construção e implementação de políticas públicas voltadas às mulheres. Cmpoem o CDMDF 12 representantes do Poder Público do DF e 12 representantes de entidades da sociedade civil, o conseljo tem natureza consultiva e deliberativa e está vinculado à Secretaria da Mulher.
Além das titulares do comselho as suplentes também foram empossadas hoje (31).O grupo reúne representantes de sindicatos, institutos, associações e uma escola de samba
Entidades eleitas
– Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ)
– Instituto Reciclando o Futuro
– Grupo Mulheres do Brasil
– Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF)
– Instituto Arkrealiza
– Instituto Resolve
– Clube Soroptimista Internacional de Brasília (SI Brasília)
– Escola de Samba Acadêmicos do Riacho Fundo II
– Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF)
– União Brasileira de Mulheres – Seção Distrito Federal (UBM-DF)
– Fórum de Mulheres do Mercosul (FMM)
– Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos do DF e Entorno (Sintect/DF)
Entidades suplentes eleitas
– Instituto Entre Nós
– Instituto Me Ajude a Ajudar (IMAA)
– Levante Feminista Contra o Feminicídio
– Ação de Mulheres pela Equidade (AME)
– Associação Tudo Azul Autismo (ATA)
– Força Ativa da Mulher (FAM)
– Movimento Negro Unificado – Seção do Distrito Federal e Entorno (MNU-DF)
– Sindicato dos Servidores e Empregados da Assistência Social e Cultural do GDF (Sindsasc)
– Associação Vencedoras Unidas (AVU)
– Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis)

Celina Leão destacou que o colegiado tem um grande papel social e que ainda socialmente falando há muito o que avançar, sobretudo para romper o ciclo do machismo e dos retrocessos sociais, “nós precisamos não só estar numa política pública ou no papel, precisamos estar em cargos estratégicos, sim. Toda vez que a sociedade avança na luta das mulheres, há um retrocesso social machista personalíssimo daqueles que ainda nos veem como nós não somos, como coisa, objeto, segregadas da sociedade”, discursou Celina Leão.
A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, empossada presidente do conselho,também destacou a importância do colegido.

“É escutar a sociedade civil juntamente com o governo para efetivar a políticas públicas em prol das mulheres. Tomar medidas depois de escutar é muito mais eficaz. A pauta prioritária é o acolhimento e proteção à mulher. Mas precisamos trabalhar vários eixos, como o empreendedorismo, a capacitação e outras frentes também”, disse Giselle Ferreira.



