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Ibaneis reúne cúpula do GDF e anuncia decreto para organizar execução do orçamentode 2026

Governador cobra responsabilidade fiscal, destaca resultados da gestão e alinha secretários para último ciclo do mandato

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O governador Ibaneis Rocha reuniu, nesta terça-feira (20), secretários e presidentes de empresas públicas na Residência Oficial de Águas Claras para alinhar investimentos e definir prioridades do Governo do Distrito Federal ao longo do ano. No encontro, o chefe do Executivo anunciou a edição de um decreto de programação orçamentária e financeira para 2026, com o objetivo de organizar a execução dos gastos e preservar o equilíbrio das contas públicas.

Ao abrir a reunião, Ibaneis enfatizou a necessidade de rigor fiscal sem comprometer a continuidade de obras e serviços. Segundo ele, o governo chega a esta etapa com um histórico consolidado de entregas e resultados em áreas estratégicas. Entre os indicadores citados estão o aumento da arrecadação do ISS, impulsionado pelo turismo, e a renovação de 95% da frota de ônibus do Distrito Federal. “Temos que ter responsabilidade com os gastos. Entregamos muitas obras e serviços em todas as áreas e construímos um histórico consistente ao longo desses quase oito anos de governo”, afirmou.

A vice-governadora Celina Leão reforçou o discurso de unidade e elogiou o desempenho da equipe. Destacou que o planejamento em curso aponta a execução de um volume de propostas superior ao previsto originalmente. “Há muita coisa sendo feita e outras tantas que ainda serão lançadas. Seguiremos trabalhando com foco e união para mostrar à população tudo o que foi realizado”, disse.

Na sequência, o secretário de Economia, Daniel Izaias de Carvalho, detalhou o funcionamento do decreto. De acordo com ele, a norma estabelece uma programação mensal para a execução do orçamento de cada secretaria, com definição de cotas financeiras. Gastos que ultrapassem esses limites passarão por análise individual. A medida, explicou, busca assegurar o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e encerrar o mandato com as contas organizadas.

Daniel Izaias ressaltou ainda que o instrumento não configura contingenciamento. “Trata-se de uma ferramenta prevista em lei, voltada ao planejamento e à previsibilidade da execução orçamentária, sem criar alarmes ou interromper investimentos”, afirmou.

O secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, também se dirigiu aos gestores, com orientações sobre a execução de emendas parlamentares. Ele destacou a importância do alinhamento técnico entre as equipes e colocou a Casa Civil à disposição para dar suporte aos processos. “É fundamental atenção ao manual de contas e de execução já disponibilizado, para evitar entraves mais à frente”, alertou.

A reunião marcou mais um movimento do Palácio do Buriti para ajustar o ritmo da administração no último período do mandato, combinando controle fiscal e discurso de continuidade das entregas à população.

 

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