A Bahia se destaca no cenário internacional como destino turístico estratégico durante o Roadshow Visit Nordeste 2025, que nesta semana passou por Londres, na Inglaterra, e Milão, na Itália. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Turismo da Bahia (Setur-BA) em parceria com a Embratur e o Consórcio Nordeste, levou um pouco da cultura, natureza e história baianas a importantes agentes e operadores de turismo da Europa — e saiu de lá com olhares atentos e expectativas promissoras.
Com praias de tirar o fôlego, uma das maiores baías do mundo, tesouros coloniais e uma mistura vibrante de tradições afro-brasileiras, a Bahia é, há tempos, mais do que um cartão-postal: é um convite ao mergulho profundo no que o Brasil tem de mais autêntico. Os números reforçam essa vocação, segundo dados da Polícia Federal e do Ministério do Turismo, o estado é a principal porta de entrada de turistas estrangeiros no Nordeste, recebendo mais da metade de todo o fluxo internacional que desembarca na região.
Durante os encontros na Europa, o estado apresentou aos profissionais do setor os diferenciais que o tornam tão atrativo para quem busca experiências únicas. Salvador e o entorno da Baía de Todos-os-Santos, com sua arquitetura histórica e vida cultural pulsante, seguem no topo da preferência. Mas o interesse dos europeus também se voltou com entusiasmo para outros destinos de destaque, como a Costa do Dendê, a exuberante Chapada Diamantina e a simbólica Costa do Descobrimento — berço do Brasil.
A malha aérea foi outro trunfo destacado. A Bahia tem hoje conexões diretas com cidades estratégicas como Lisboa, Madri e Paris. E é justamente na capital francesa que está um dos principais diferenciais competitivos: o aeroporto Charles de Gaulle, que funciona como um hub global com voos para 180 destinos da Europa, Ásia e África, facilitando ainda mais o acesso de turistas ao território baiano.
Para o público europeu, que valoriza autenticidade, natureza preservada e experiências culturais profundas, a Bahia se mostrou uma aposta certeira. E para o Brasil, cada nova conexão firmada em eventos como esse representa mais que um crescimento econômico: é uma ponte entre mundos, onde o axé baiano encontra novos corações prontos para bater no compasso do samba, do mar e da memória.