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Sistema de vigilância é ampliado em mais de 250 unidades de saúde do DF

Rede pública terá mais de 12 mil câmeras e novos mecanismos de controle de acesso

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Com investimento em tecnologia e ampliação da vigilância patrimonial, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal colocou em operação um novo modelo de segurança para unidades da rede pública. A iniciativa inclui monitoramento eletrônico em tempo real, controle de acesso e reforço no número de vigilantes em hospitais, UBSs e demais estruturas administradas pela pasta.

O sistema já atende 254 unidades de saúde espalhadas pelo DF. Entre os locais monitorados estão hospitais regionais, policlínicas, centros de atenção psicossocial (Caps), farmácias públicas e bases do Samu. Ao todo, mais de sete mil câmeras estão em funcionamento, com previsão de expansão para mais de 12 mil equipamentos.

As imagens captadas são acompanhadas simultaneamente por centrais regionais instaladas nos hospitais e também por uma central integrada localizada no Centro Integrado de Operações de Brasília. A estrutura permite monitoramento contínuo e resposta mais rápida em casos de ocorrência.

Para o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, a modernização fortalece a proteção das unidades e melhora o ambiente de trabalho dos profissionais da rede. “Estamos investindo em uma estrutura que oferece mais segurança para quem procura atendimento e também para os servidores que atuam diariamente nas unidades de saúde”, declarou.

Além das câmeras, o projeto inclui novos sistemas de controle de acesso. A rede contará com leitores biométricos, fechaduras eletromagnéticas, cancelas com reconhecimento facial e detectores de metais. Parte da estrutura já foi instalada no Parque de Apoio da Saúde, no SIA, e em unidades localizadas no Gama e em Santa Maria.

A Secretaria Executiva de Gestão Administrativa afirma que o objetivo é ampliar a cobertura de segurança em áreas estratégicas e setores considerados sensíveis, como farmácias, almoxarifados e espaços de circulação restrita. “O monitoramento eletrônico trabalha de forma integrada com a vigilância presencial, permitindo maior alcance e mais eficiência na proteção das unidades”, explicou o secretário executivo Valmir Lemos.

A próxima etapa do projeto prevê a instalação dos equipamentos no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e na Administração Central da SES-DF. Ao final da implantação, serão 1,2 mil leitores biométricos, 1,2 mil fechaduras eletromagnéticas, 592 cancelas com leitura facial e 36 detectores de metais distribuídos pela rede.

Segundo o subsecretário de Infraestrutura em Saúde, Leonídio Pinto Neto, o sistema também atua como mecanismo de prevenção contra crimes e vandalismo. “A presença das câmeras e do controle eletrônico ajuda a inibir ações ilícitas e contribui para preservar o patrimônio público”, afirmou.

O efetivo de vigilância também será ampliado. Durante o dia, a rede contará com 732 postos de vigilantes, sendo 147 armados. À noite, serão 546 postos ativos, incluindo 157 profissionais armados. Equipes motorizadas atuarão nos dois períodos.

A Secretaria de Saúde informou ainda que o monitoramento seguirá as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O contrato prevê manutenção permanente dos equipamentos e atualização tecnológica ao longo da execução do serviço.

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