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Com cobertura abaixo da meta, DF intensifica alerta sobre vacina contra febre amarela

Mais de 170 salas oferecem imunização gratuita em todo o território

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Mesmo com a disponibilidade de doses em toda a rede pública, o Distrito Federal ainda não alcançou a meta de vacinação contra a febre amarela entre crianças. A cobertura atual é de 85,6% nos menores de 1 ano, abaixo dos 95% recomendados pelo Ministério da Saúde para garantir proteção coletiva.

O cenário acende o alerta das autoridades de saúde e reforça a importância de manter a caderneta atualizada. A orientação é que pais e responsáveis não deixem passar os prazos previstos no calendário vacinal.

Em Águas Claras, a pequena Cecília Lustoza, de 10 meses, já recebeu a primeira dose da vacina em uma unidade da Secretaria de Saúde (SES-DF). A atitude da família segue a recomendação dos especialistas. “A imunização é a forma mais segura de evitar doenças. Como o SUS oferece a vacina gratuitamente, é fundamental aproveitar essa oportunidade para manter a saúde das crianças protegida”, afirmou o pai, Eduardo Lustoza.

O esquema vacinal prevê a primeira aplicação aos 9 meses e uma dose de reforço aos 4 anos. Crianças a partir de 5 anos que receberam apenas a primeira dose devem completar o ciclo com a dose adicional.

Para pessoas entre 5 e 59 anos sem comprovação vacinal, a recomendação é de dose única. Já idosos com 60 anos ou mais devem passar por avaliação médica antes da aplicação.

A vacina está disponível em mais de 170 salas distribuídas pelo DF. Segundo a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, o estoque é suficiente para atender à população. “A vacina contra a febre amarela tem eficácia comprovada e é a principal forma de evitar a doença. Manter a vacinação em dia é essencial, principalmente no caso das crianças. Hoje, temos cerca de 27 mil doses armazenadas na Rede de Frio e outras 23 mil já distribuídas nas unidades”, explicou.

Pessoas com histórico de alergia grave a ovo de galinha ou gelatina devem procurar orientação médica antes de se vacinar.

Sintomas exigem atenção e resposta rápida

A infecção pode começar de forma semelhante a outras doenças, com febre repentina, dores no corpo, mal-estar e náuseas. Em alguns casos, o quadro evolui rapidamente e exige atendimento médico imediato.

Sem a proteção da vacina, o risco de complicações aumenta. A doença pode atingir órgãos vitais, provocar sangramentos e levar a um agravamento severo do estado de saúde, o que reforça a importância da prevenção como principal estratégia de proteção.

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