O dia 8 de setembro é o Dia Mundial da Alfabetização, a data intituida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) há 56 anos , reforça a importância da alfabetização como um instrumento de dignidade e de direitos humanos.
O Distrito Federal é a unidade da federação que apresenta a menor taxa de analfabetismo, com apenas 1,9% da população, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Percentual bem abaixo se comparado com outros entes federativos, que têm de 5,6% a 15% de pessoas com 15 anos ou mais sem saber ler e escrever.
O s números refetem o êxito do GDF numa série de políticas públicas na educação básica e na educação de jovens e adultos (EJA) para atender os cerca de 90 mil alunos matriculados nos três anos iniciais do ensino fundamental nas 376 escolas públicas e aproximadamente 4 mil estudantes nas 95 unidades escolares da EJA que passam pelo processo de alfabetização.
Políticas Públicas
- Bloco Inicial de Alfabetização (BIA): instituído em 2014, a política organiza o ato de ler, escrever e interpretar nos três primeiros anos do ensino fundamental, tendo o 1º ano dedicado às questões relacionadas à alfabetização, o 2º ano com o aprofundamento e 3º ano para a consolidação da habilidade;
- Alfaletrando : esse será o novo programa do GDF para subsidiar a garantia da alfabetização e letramento das crianças, que leva em consideração as novas concepções e estudos sobre alfabetização;
- Educação de Jovens e Adultos: política com oferta descentralizada, com vagas ao longo de todo o ano e para todo o perfil de aluno.São em média de quatro mil alunos por semestre, em sua grande maioria pessoas acima de 45 anos .
Outro ponto destaque é que este ano, a rede iniciou os trabalhos para instituir um novo programa de alfabetização a partir da adesão do DF ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, iniciativa do governo federal com fomento de R$ 3 bilhões nos próximos quatro anos para garantir a alfabetização dos estudantes nos anos iniciais do ensino fundamental e a recomposição das aprendizagens daqueles prejudicados na pandemia.




