Quem passou pelo Festival do Parque, neste fim de semana, no Parque da Cidade, em Brasília, presenciou um dos shows mais comentados da programação: a apresentação da DJ e produtora brasiliense Jivah. Em clima de celebração e introspecção, a artista conduziu o público por uma experiência sonora que uniu música eletrônica, elementos da natureza e uma atmosfera espiritualizada.
O retorno ao local teve um significado especial para a DJ. Foi ali que ela deu os primeiros passos em sua jornada de autoconhecimento e de aproximação com a música. Anos depois, voltar ao mesmo espaço como atração do festival teve gosto de conquista. “Retornar aqui como DJ é encerrar um ciclo e, ao mesmo tempo, abrir um novo capítulo”, resumiu.
No palco, Jivah apostou em um set que transitou entre batidas profundas, sons orgânicos e momentos de explosão rítmica. O resultado foi uma pista que virou quase um ritual coletivo: público atento, movimentos sincronizados e uma energia que cresceu à medida que a apresentação avançava entre as árvores do parque.
Com proposta de integrar música, arte, gastronomia, cultura e tecnologia, o Festival do Parque manteve o tom plural que marca o evento. Entre artistas locais e nomes de outras regiões, Jivah chamou atenção pela identidade sonoro-espiritual, que une introspecção, leveza e conexão com o ambiente. “Sou grata ao universo pela oportunidade de manifestar os dons que me são confiados todos os dias”, disse após o show.
A participação da DJ reforçou o papel do festival como um dos principais espaços de encontro da cena cultural brasiliense, reunindo diferentes estilos e propostas em uma programação que segue ao longo dos próximos dias, movimentando o calendário cultural da capital.




