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Jovem Candango:838 jovens são convocados para atuar no GDF

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Nessa segunda-feira (15), durante solenidade no Museu Nacional da República  838 jovens  assinaram contrato para a segunda edição do Programa Jovem Candango.

Os jovens atuarão   quatro horas por dia, durante o contraturno escolar, no apoio administrativo aos órgãos do GDF, terão carteira de Trabalho assinada, bolsa de R$ 619,99 (meio salário mínimo), auxílio alimentação de R$ 220, vale-transporte de R$ 173, seguro de vida, 13° e férias. Além disso, participarão de um curso que complementa a formação profissional.

Jovem Candango

O Programa Jovem Candango tem o objetivo de  formar os jovens por meio de atividades práticas e teóricas dentro da Administração Pública. O público-alvo do programa são estudantes de 14 a 18 anos que estejam cursando o ensino fundamental ou médio na rede pública do Distrito Federal, ou em instituição particular na condição de bolsistas.

São 1,8 mil jovens beneficiados  no Jovem Candango de  2023 a 2024.Desde o ano passado, o Jovem Candango passou a garantir percentuais para órfãos do feminicídio, filhos e filhas de catadores de recicláveis e adolescentes em situação de rua.

Também têm prioridade no programa  egressos do sistema socioeducativo, jovens acolhidos por medida protetiva, adolescentes com deficiência, remanescentes do programa Bombeiro Mirim, residentes da área rural há no mínimo 5 anos e participantes de projetos executados pelos Centros de Juventude.

Durante a solenidade a governadora em exercício, Celina Leão, ressaldou a importância de oportunidades como essa e do empenho do Governo do Distrito Federal para fomentar iniciativas  como o Jovem Candango. “Acreditamos que esses jovens precisam de uma oportunidade”, afirmou a governadora em exercício. “É isso que o Governo do Distrito Federal faz nesta tarde: gera oportunidade para que esses jovens cresçam e saiam dessa realidade, porque muitos deles estão em cadastro de vulnerabilidade. Sabemos que transformando a vida dessas crianças, podemos transformar a vida de milhares de famílias no DF”, completou Celina Leão.

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